O álbum conceitual “The Game of Us”, do Ready to be Hated, mistura peso, melodia, crítica social e o encarte da versão física vira um jogo de tabuleiro.
O supergrupo brasileiro Ready To Be Hated lançou oficialmente seu aguardado álbum de estreia, “The Game of Us”, e anunciou sua participação no festival The Town, que acontece em São Paulo nos dias 6, 7, 8, 12, 13 e 14 de setembro de 2025. A banda se apresenta no dia 7, no palco Factory, mesma data que contará com nomes como Bruce Dickinson, Green Day, Iggy Pop, Sex Pistols, entre outros.
Formado por músicos veteranos da cena do rock e metal nacional — Luis Mariutti, Thiago Bianchi, Fernando Quesada e Rodrigo Oliveira — o quarteto entrega um álbum conceitual que mistura peso, melodia e crítica social. A versão física do disco traz um diferencial: um encarte interativo que se transforma em um jogo de tabuleiro com 43 casas, inspirado em episódios reais da trajetória dos integrantes. Cada fase do jogo se conecta diretamente com as faixas do álbum, ampliando a experiência do ouvinte e propondo reflexões existenciais e sociais.
Com produção musical de Thiago Bianchi e coprodução de Hugo Mariutti, “The Game of Us” transita entre o heavy e o power metal com elementos modernos, em uma proposta que busca renovar esteticamente o gênero. A capa, assinada por André Honorato, traz uma crítica visual potente: uma família entretida no jogo enquanto o mundo desmorona ao redor, metáfora da alienação frente ao caos.
Entre os destaques do álbum, estão as faixas “For The Truth”, que conta com participação do cellista Luis Fernando Venturelli interpretando um trecho da Bachianas Brasileiras No. 5, e “The Great Gift of Now”, que incorpora instrumentos latinos como charangos, quenas e zamponhas, tocados por Ademar Farinha.
As letras, escritas por Thiago Bianchi com supervisão de Saulo Xakol, apostam em mensagens diretas, refletindo sobre resistência emocional, julgamento público e a dor oculta por trás do espetáculo. A produção foi realizada no Estúdio Fusão VM&T, com mixagem e masterização a cargo de Bianchi. As baterias foram captadas no Dharma Studios.
Além do álbum, o grupo lançou o videoclipe de “Searching For Answers”, dirigido por Thiago Bianchi e Lemon Marodin, com filmagens no Edifício Rolim e no Dharma Studios. O clipe já está disponível no YouTube.
“The Game of Us” já pode ser ouvido em todas as plataformas de streaming. A versão física está à venda na loja Planeta Rock. Confira:
Sobre o conceito de The Game of Us
Todo o conceito do disco está profundamente conectado através de sua música, das artes do encarte e da proposta do jogo, dando ainda mais profundidade e ampliando o impacto da obra.
Na capa, uma família se entretém jogando “The Game of Us”, alheia ao colapso do próprio mundo ao redor, criando uma metáfora visual que escancara uma das críticas do álbum: a tendência de se apegar a distrações enquanto a realidade desmorona ao redor. Outra ideia que atravessa o álbum é a de que “o jogo diverte, mas a luta permanece invisível”.
Enquanto muitos julgam, opinam e consomem a vida alheia — especialmente a de artistas — as batalhas internas seguem silenciosas, fora do campo de visão. O disco lança luz sobre essa dualidade: o brilho do espetáculo e a sombra da dor, ambos imprescindíveis à existência da arte.
As letras das músicas trazem mensagens diretas, sem máscaras, como manifestos de perseverança que capturam a essência de quem apanha da vida, mas segue de pé, porque desistir nunca foi uma opção. A arte de André Honorato captura perfeitamente o espírito crítico e existencial do projeto, com riqueza de detalhes e uma estética que convida à reflexão. A honestidade nas letras, o talento dos músicos envolvidos e a ousadia do formato fazem de “The Game of Us” uma verdadeira declaração de resistência artística.

Detalhes da produção
“The Game of Us” é uma obra construída a muitas mãos — e talvez por este motivo se torna tão plural e carregada de propósito. As composições e arranjos são assinados pelo próprio Ready To Be Hated, com letras de Thiago Bianchi, que também assume a produção, engenharia de som, mixagem e masterização no Estúdio Fusão VM&T, com coprodução de Hugo Mariutti e assistência técnica de Gabriel Lima.
As baterias foram captadas no Dharma Studios. Além das vozes de Bianchi, do baixo de Luis Mariutti, das guitarras e violões de Fernando Quesada e da bateria de Rodrigo Oliveira, o disco traz uma rica camada de elementos adicionais: teclados, samples, percussões e toda a pós-produção ficaram a cargo de Thiago Bianchi e Hugo Mariutti.
Entre as participações especiais, o destaque vai para o cellista Luis Fernando Venturelli, que interpreta um trecho da “Bachianas Brasileiras No. 5” em “For The Truth”, e para Ademar Farinha, que adiciona elementos latinos com Charangos, Quenas e Zamponhas (Malta, Zanka e Toyo) em “The Great Gift of Now”.

As letras tiveram supervisão de Saulo Xakol, a produção executiva ficou nas mãos de Fernanda Mariutti, enquanto a assessoria de imprensa foi conduzida pela Hell Yeah Music Company e pela Tudo em Pauta. A identidade visual também foi cuidadosamente pensada: a arte da capa é de André Honorato, com coloração por Wander Jr. e layout gráfico final assinado por Raphael Efez. As fotografias promocionais são de Fábio Augusto Fortinho.
O videoclipe de “Searching For Answers” tem direção e edição de Thiago Bianchi e Lemon Marodin, com filmagens e coloração por Lemon Marodin, drones por Caike Scheffer e assistência de produção por Lorrany Pallone. As imagens foram captadas no Edifício Rolim e no Dharma Studios.
Ready to be Hated online
- Spotify: Ouça aqui
- Loja Planeta Rock: Compre o CD
- Clipe “Searching For Answers”: Assista no YouTube
- Acompanhe a banda nas redes sociais pelo Instagram: @readytobehated e @mariuttiteam.





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